terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Aula 21 Fevereiro

Hoje fizemos um aquecimento prolongado, onde trabalhámos diferentes ações motoras ( voltas, deslocamentos, desequilíbrios, quedas-e recuperação-).
Trabalhámos esses conteúdos simulando as seguintes situações: existência de uma força que nos atrai para o centro; alguém que nos empurra em diferentes direções provocando desequilíbrio, viajar em diferentes transportes públicos, etc. Desta forma, a professora  orientou-nos na descoberta de movimentos (que serviram na segunda etapa da tarefa).

Cada um de nós criou uma sequência de movimentos com a seguinte ordem de ações:
1-Deslocamento
2-Volta
3-Equilíbrio
4-Queda e recuperação

Foi-nos dado algum tempo para preparar a sequência, repeti-la e memorizá-la, para apresentá-la (em grupos de 3) aos colegas.
Após a apresentação da nossa sequência, a professora comunicou ao grupinho dos 3 (sem que os colegas ouvissem) um constrangimento que deveria ser introduzido nas sequências. Os colegas tinham de observar, tentando adivinhar de que tipo de constrangimento se poderia tratar.

Nem sempre era fácil identificar o constrangimento. Mas os movimentos transmitiam-nos sempre algumas sensações. Eram observáveis no movimento caraterísticas como: medo, insegurança, desconforto, dificuldade em movimentar-se, peso, variação de velocidades.
Os constrangimentos eram coisas como: Estar na lama, subir e descer uma montanha, ou caminhar numa floresta perigosa.

No final, concluímos que, maioritariamente, os trabalhos com constrangimento eram mais "verdadeiros", mais expressivos, cativantes e interessantes, do que a sequência de movimento inicial. No entanto, os movimentos não mudavam muito, mas introduziam-se as dinâmicas, um motivo para o movimento, uma justificação, e um sentimento. E por estes motivos, os movimentos transmitiam-nos... coisas!

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Aula 18 Fevereiro

Hoje explorámos a comunicação de um modo um pouco diferente. Juntando-nos dois a dois, tínhamos de manter uma conversação com o nosso par, mas usando somente uma única palavra. Posteriormente utilizámos apenas movimento como forma de comunicação com o par.
 Acho que teria sido importante que escolhêssemos uma palavra sonoramente harmoniosa e fácil de pronunciar, no entanto na altura não pensei em critérios de escolha e escolhi mais pelo significado da palavra e pela importância que tem tido para mim ultimamente.
Iniciar o diálogo não foi muito fácil, porque não estava muito disponível para o exercício, talvez também por já o termos feito várias vezes antes, em FEC, e por isso eu o associar a determinados contextos e experiências, nas quais não estava disposta a “remexer”.
Por esse motivo senti que estava a limitar-me muito a mim própria a nível criativo, e não consegui abstrair-me totalmente do que me rodeava. Isto reflectiu-se em desinteresse, insatisfação com o trabalho produzido e desmotivação. O facto de os exercícios terem tido uma duração muito prolongada, por um lado provocava ainda mais desmotivação, mas por outro lado, obrigava-me a continuar a procurar soluções de movimento (contrariando assim as sensações de inactividade).
Achei interessante o facto de, quando começaram a esgotar as alternativas de movimento ou a ficar impacientes, os pares tiveram tendência a juntar-se e a interagir com outros pares. Este aspecto introduzia novos elementos de comunicação e aumentava a diversidade e soluções de movimento.
Por observação dos outros pares concluí que movimentos em grupos de 2, têm maiores probabilidades de tornar-se interessantes e bem-sucedidos comparativamente à comunicação corporal num grupo de 3. Pois num grupo de 3, é difícil estabelecer uma boa ligação com duas pessoas ao mesmo tempo, e respeitando a “democracia” do grupo, de forma a que ninguém fique excluído ou esquecido.
De forma geral senti-me muito insatisfeita com a minha prestação.
O que aprendi foi que tenho de arranjar uma estratégia para contornar a minha indisponibilidade. Nem sempre podemos fazer aquilo que mais gostamos, e eu apercebi-me que quando não estou tão bem disposta ou tão motivada, tenho tendência a sentir essa indisponibilidade quando sou confrontada com a necessidade de fazer uma tarefa ou actividade que não me agrada, porque inconscientemente sei que a actividade não vai contribuir para a minha boa-disposição, nem poderei concretizá-la com sucesso.
Não estou certa de estar a conseguir expressar-me da melhor forma, mas são estas as palavras que sinto, neste momento, alcançáveis para concretizar a situação.

Aula 17 Fevereiro

Hoje foi-nos criado o desafio de caminhar pelo estúdio, imitando a forma de andar de um colega à nossa escolha.
Fomos introduzindo variações desta tarefa: imitar o andar produzido por um colega, ao tentar imitar o colega escolhido por ele; observar e escolher um colega para imitar (com base no andar que nos parece mais apelativo); dividimo-nos em dois grupos, ficando um dos grupos, de fora, a observar os andares do outro grupo e a tentar identificar características do andar de algum colega específico.

Foi interessante, primeiro, olhar para os colegas, no momento de escolher alguém para imitar, e perceber que só conhecemos o andar de algumas pessoas (normalmente as mais próximas ou as que têm um andar mais característico) e desse grupo, só conseguimos imitar uma percentagem ainda menor.
Achei curioso, por exemplo, o facto de, apesar de achar que conheço o andar da Noémi, não conseguir imitá-lo. Ainda assim, quando estávamos de fora, a observar e a tentar identificar os andares, a Noémi comentou comigo que a Diandra estava a imitá-la. Apesar de inicialmente não ter conseguido identificar ninguém, depois de comentado, de facto consegui identificar algumas características da sua forma de andar.

Desconhecemos muitos aspetos básicos (e visíveis) das pessoas que conhecemos.


Julgamos conhecer o que desconhecemos. O que é conhecer? Quais os critérios para avaliar se conhecemos ou não alguém? É possível avaliar o "nível de conhecimento"? Qual a meta a atingir para que se considere que conhecemos?

domingo, 16 de fevereiro de 2014

"En el Exito hay 3 Palabras"

1- Actitud
Para enfrentar los problemas, sin dejarte tumbar por ellos, siendo disciplinado y manteniendo fijo tu rumbo.