Hoje fizemos um aquecimento prolongado, onde trabalhámos diferentes ações motoras ( voltas, deslocamentos, desequilíbrios, quedas-e recuperação-).
Trabalhámos esses conteúdos simulando as seguintes situações: existência de uma força que nos atrai para o centro; alguém que nos empurra em diferentes direções provocando desequilíbrio, viajar em diferentes transportes públicos, etc. Desta forma, a professora orientou-nos na descoberta de movimentos (que serviram na segunda etapa da tarefa).
Cada um de nós criou uma sequência de movimentos com a seguinte ordem de ações:
1-Deslocamento
2-Volta
3-Equilíbrio
4-Queda e recuperação
Foi-nos dado algum tempo para preparar a sequência, repeti-la e memorizá-la, para apresentá-la (em grupos de 3) aos colegas.
Após a apresentação da nossa sequência, a professora comunicou ao grupinho dos 3 (sem que os colegas ouvissem) um constrangimento que deveria ser introduzido nas sequências. Os colegas tinham de observar, tentando adivinhar de que tipo de constrangimento se poderia tratar.
Nem sempre era fácil identificar o constrangimento. Mas os movimentos transmitiam-nos sempre algumas sensações. Eram observáveis no movimento caraterísticas como: medo, insegurança, desconforto, dificuldade em movimentar-se, peso, variação de velocidades.
Os constrangimentos eram coisas como: Estar na lama, subir e descer uma montanha, ou caminhar numa floresta perigosa.
No final, concluímos que, maioritariamente, os trabalhos com constrangimento eram mais "verdadeiros", mais expressivos, cativantes e interessantes, do que a sequência de movimento inicial. No entanto, os movimentos não mudavam muito, mas introduziam-se as dinâmicas, um motivo para o movimento, uma justificação, e um sentimento. E por estes motivos, os movimentos transmitiam-nos... coisas!
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