terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Aula 17 Fevereiro

Hoje foi-nos criado o desafio de caminhar pelo estúdio, imitando a forma de andar de um colega à nossa escolha.
Fomos introduzindo variações desta tarefa: imitar o andar produzido por um colega, ao tentar imitar o colega escolhido por ele; observar e escolher um colega para imitar (com base no andar que nos parece mais apelativo); dividimo-nos em dois grupos, ficando um dos grupos, de fora, a observar os andares do outro grupo e a tentar identificar características do andar de algum colega específico.

Foi interessante, primeiro, olhar para os colegas, no momento de escolher alguém para imitar, e perceber que só conhecemos o andar de algumas pessoas (normalmente as mais próximas ou as que têm um andar mais característico) e desse grupo, só conseguimos imitar uma percentagem ainda menor.
Achei curioso, por exemplo, o facto de, apesar de achar que conheço o andar da Noémi, não conseguir imitá-lo. Ainda assim, quando estávamos de fora, a observar e a tentar identificar os andares, a Noémi comentou comigo que a Diandra estava a imitá-la. Apesar de inicialmente não ter conseguido identificar ninguém, depois de comentado, de facto consegui identificar algumas características da sua forma de andar.

Desconhecemos muitos aspetos básicos (e visíveis) das pessoas que conhecemos.


Julgamos conhecer o que desconhecemos. O que é conhecer? Quais os critérios para avaliar se conhecemos ou não alguém? É possível avaliar o "nível de conhecimento"? Qual a meta a atingir para que se considere que conhecemos?

Sem comentários:

Enviar um comentário